TV Boitempo Publicado em 25 de set de 2018 Intervenção de Vladimir Safatle no debate "O fim da era dos pactos: violência política e novas estratégias", coordenado por Ruy Braga. Safatle é autor e organizador, em conjunto com Edson Teles, de "O que resta da ditadura: a exceção brasileira" (https://bit.ly/2OPCOTd).
Análise do professor de História/UFSC, Waldir Rampinelli, sobre a decisão do parlamento israelense em decretar o estado judeu, aprofundando ainda mais a violência na região.
Assista o documentário chamado "Brésil: Le Grand Bond en Arrière” (“Brasil: O Grande Passo para Trás") que foi produzido pelas jornalistas francesas Fredérique Zingaro e Mathilde Bonnassieux e está chocando o mundo. O filme retrata as consequências do golpe e a tomada de poder por uma classe política corrupta e dedicada a seus próprios interesses.
Assassinatos e torturas de crianças sem apuração dos culpados, inflação galopante, corrupção e aumento nos crimes urbanos: eis o legado do período militar
Em vídeo gravado nesse sábado à tarde (26/05), em frente à Refinaria Henrique Lage (Revap), o presidente do Sindicato dos Petroleiros de São José dos Campos e Região, Rafael Prado, denuncia: “Está sendo montada dentro da refinaria uma base do Exército com cerca de 160 homens. Para quê?
A religião é um dos muitos temas que a mídia capitalista controlada pelo imperialismo americano usa para atacar e satanizar a Coreia do Norte. Neste vídeo mostramos a verdade sobre a religião na RPDC: não há perseguição e existem mais vertentes religiosas do que se imagina (existem cristão católicos, protestantes e ortodoxos no país, por exemplo). Mostramos depoimentos dos próprios líderes religiosos norte-coreanos, em entrevistas concedidas à imprensa dos EUA.
"Desertores" norte-coreanos recebem 860 mil dólares do governo da Coreia do Sul para mentir sobre a vida na Coreia do Norte. Os grandes jornais internacionais também pagam para que eles contem histórias surreais em entrevistas exclusivas, para ganhar audiência com base em mentiras absurdas e que ninguém acreditaria se fossem sobre qualquer outro país. Mas alimentam a indústria de propaganda contra a Coreia do Norte.
Depois de um domingo repleto de significado para todos os habitantes desse nosso Planeta que, desde 1970, festejam o Dia da Terra, a cada 22 de abril, Viva Maria, se apressa em dar as boas vindas aos participantes do Acampamento Terra Livre 2018, que começa hoje em Brasília, revisitando a história desse nosso país que também acabou de comemorar seus 518 anos, com direito a uma poética certidão de nascimento escrita por Pero Vaz de Caminha.
MÁRIO MAESTRI* Prossegue a ofensiva golpista, vitoriosa em 2016, com a deposição de Dilma Rousseff. Seu segmento dominante, em representação do capital globalizado, sob a direção estadunidense, persegue a construção de uma nova institucionalidade autoritária, tendo como correias de transmissão a alta oficialidade das forças armadas, o Parlamento, a Justiça, a grande mídia.
O Politólogo Ruben Corral afirma que a desinformação foi utilizada em casos como a guerra do Iraque e ainda é utilizada para justificar as acções duvidosas de alguns países.
Professor de Sociologia da Universidade Federal Rutal do Rio de Janeiro, José Cláudio Souza Alves traz, nesta entrevista, uma visão histórica e metropolitana do fenômeno da formação da milícia no Rio de Janeiro. Para ele, não dá para fazer qualquer análise séria da questão sem que se perceba que esse segmento do crime organizado se conecta, desde o seu nascedouro, com os grupos de extermínio da Baixada Fluminense e com o tráfico de drogas na capital. Autor de livros sobre violência urbana, o professor diz que o carioca que dá as costas para as cidades vizinhas jamais vai compreender o tamanho do problema e do perigo.
Por Fernando Horta Não há nenhum governo no mundo que reconheça que tem presos políticos. Todos estão – e estiveram – presos por “crimes” ou “ameaças” e as sentenças que os governos dizem ser fruto de “processo com o devido respeito legal” e com as “instituições funcionando”. E é assim em toda a parte, não interessa o tipo ou a linha política do governo. Desde os romanos até Temer, passando pelos EUA de Harry Truman ou a União Soviética de Stalin. Ninguém admite que prende, tortura ou mata por motivos “políticos”.